Na plateia e na feira de livros, o público era eclético, formado, principalmente, de estudantes, militantes de movimentos sociais e professores universitários até de outros estados, que vieram a São Paulo exclusivamente para o evento

Mais de 3,5 mil pessoas participaram das atividades da terceira edição do Salão do Livro Político. Somente na conferência de abertura, Estado de exceção, da ex-presidente Dilma Rousseff, no Tuca, havia mais de 900 espectadores. Em torno de outras 600 pessoas participaram da mesa de encerramento, que discutiu, com Ciro Gomes, Márcio Pochmann, Juliano Medeiros e Renato Rabelo as perspectivas políticas para o país. Já as quatro aulas do curso Marx-Engels: O Capital atraíram para o Tucarena aproximadamente mil pessoas.

O evento foi acompanhado também por mais alguns milhares de visitantes na nas páginas no Facebook do Salão, TV PUC-SP e Fundação Perseu Abramo, que publicaram os vídeos das mesas e conferências na sequência de cada atividade. Os vídeos ainda foram postados nas redes sociais dos organizadores.

Como na edição anterior, no Centro Cultural São Paulo, o público era eclético, embora predominantemente composto de estudantes universitários e militantes das múltiplas causas discutidas no Salão, com intelectuais renomados, inclusive alguns estrangeiros, como Boaventura de Sousa Santos e Michael Heinrich.

A terceira edição demonstrou ainda que o Salão do Livro Político está se nacionalizando. Alguns visitantes vieram de outros estados. Foi o caso de Alessandra Ximenes e Thaísa Simplício, professoras da UEPB (foto). Elas vieram principalmente para o Curso Marx-Engels, que consideraram de ótimo nível, e para comprar livros, “que não encontramos facilmente nas livrarias”, com descontos. Foram oferecidas algumas centenas de títulos de cerca de 30 editoras independentes, que atuam nos nichos mais variados do mercado editorial do livro político.

 

 

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