Da judicialização da política à institucionalização do fascismo com Aldo Arantes, Rui Cunha Martins, Alessandra Devulsky e Pedro Davoglio

O sistema judicial brasileiro perdeu o véu da imparcialidade durante os processos que levaram à prisão de Lula e ao impeachment de Dilma Rousseff (e também em versões regionais do método lavajatista). Deixou de ser um árbitro, ainda que parcial, e converteu-se em ator do jogo político. Mas a ascensão de Bolsonaro deu corpo a uma série de normas que ampliaram a opressão, como no caso da ampliação do acesso a armas e munições. O fascismo institucionalizou-se? Como desmontar este processo?

 

Rui Cunha Martins é professor da Universidade de Coimbra, onde é investigador do Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX, bem como do Centro de Direitos Humanos da Faculdade de Direito dessa mesma Universidade.

 

Alessandra Devulsky é advogada no Brasil, mestre em direito político e econômico pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e doutora em direito econômico e financeiro pela Universidade de São Paulo. É co-fundadora e diretora jurídica do Instituto Luiz Gama, sediado em São Paulo, e foi eleita em 2019 para o Comitê executivo do organismo da cooperação internacional Alternatives, sediado em Montreal. Ela é professora no programa de mestrado em direito da Universidade do Québec em Montreal, e é diretora geral da Corporation de développement communautaire de Côte-des-Neiges, também no Canadá.

 

Aldo Arantes Advogado, mestre em ciência política pela UNB. Coordenador Nacional da  Associação de Advogados e Advogadas pela Democracia, Justiça e Cidadania (ADJC), membro da Comissão de Defesa da República e da Democracia da  OAB Nacional. Organizador e um dos autores dos  livros Por Que a Democracia e a Constituição Estão sendo Atacadas? e Reconstruir a Democracia – união de  amplas forças políticas e sociais para a luta ideológica.

Quando

28/09/2021

Convidados

Com: Aldo Arantes,  Alessandra Devulsky e Rui Cunha Martins
Mediação: Pedro Davoglio