Adriana Gomes dos Santos é licenciada em História pela UFRR e possui mestrado em História Social pela UFU. Professora no Colégio de Aplicação da UFRR, tem se dedicado a pesquisas na área de História, com ênfase nos Movimentos Sociais. Diretora da SESDUF/UFRR e membro da Comissão da Verdade do ANDES-SN, é autora de diversos artigos e livros, entre eles “Santos, 1980: Portuários e em Greve – Nem os pombos apareceram no cais” e “Genocídio Indígena e perseguição a Igreja Católica em Roraima”.

Alexandre Dal Farra é dramaturgo com formação em Letras Modernas pela USP. Sua obra marcada por elementos da realidade política e social acompanhados de uma visão psicológica.

Antonio Carlos Mazzeo é sociólogo, livre-docente em Filosofia Política (Unesp), pós-doutor pela Università Degli Studi Roma-Tre (Itália) e doutor em História Econômica (USP). Membro do Instituto Caio Prado Jr. e militante do PCB, é autor, entre outros livros de Estado e Burguesia no Brasil – origens da autocracia burguesa (Boitempo), O Voo de Minerva – a construção da política, do igualitarismo e da democracia no Ocidente Antigo (Boitempo) e Corações Vermelhos –  os comunistas brasileiros no século XX (Cortez).

Antônio Martins é jornalista, atualmente editor do site Outras Palavras.

Bernardo Gurbanov é presidente da Associação Nacional de Livrarias (ANL), proprietário da Editora Letraviva e primeiro vice-presidente do GIE (Grupo Iberoamericano de Editores). É colunista do Publishnews.

Boaventura de Sousa Santos é professor catedrático jubilado da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra e distinguished legal scholar da Universidade de Wisconsin-Madison. Foi também global legal scholar da Universidade de Warwick e professor visitante do Birkbeck College da Universidade de Londres. É diretor do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra e coordenador científico do Observatório Permanente da Justiça Portuguesa. Dirige atualmente o projeto de investigação “Alice – Espelhos estranhos, lições imprevistas: definindo para a Europa um novo modo de partilhar as experiências o mundo”, financiado pelo Conselho Europeu de Investigação (ERC).

Camila Lanes, secundarista paranaense e presidenta da União Brasileira de Estudantes Secundaristas (UBES), participou ativamente das ocupações das escolas de ensino básico e médio em 2016 e 2017.

Ciro Gomes é advogado e professor universitário. Foi deputado estadual e federal pelo Ceará, prefeito de Fortaleza, governador do Ceará, Ministro da Fazenda (1994-1995) e Ministro da Integração Nacional (2003-2006). Desde 2015 trabalha na Companhia Siderúrgica Nacional (CSN). É vice-presidente do Partido Democrático Trabalhista (PDT) e um dos autores da coletânea Por que gritamos Golpe? Para entender o impeachment e a crise política no Brasil publicada pela Boitempo em 2016.

Christo Kamanda (refugiado do Congo no Brasil)

Claudinei Cássio de Rezende é doutorado em Ciências Sociais pela Unesp e professor de História da Arte da PUC-SP.

Diana Assunção é historiadora, sindicalista e militante do PSOL.

Dilma Roussef ex-presidenta do Brasil pelo PT, governou de 2011 a 2014 e de 2015 a 2016. Foi ministra das Minas e Energia e da Casa Civil do governo Lula.

Eleonora Menicucci é socióloga, doutora em Ciência Política pela USP e professora titular da Unifesp. Ex-ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres do governo Dilma Rousseff.

Eleutério Prado possui graduação e pós-graduação pela USP, de que é professor titular aposentado. Dedica-se atualmente à critica da economia política.

Fabio Luis Barbosa dos Santos é doutorado em História Econômica pela USP e professor adjunto da Unifesp.

Isam Ahmad Issa (refugiado iraquiano marxista)

João Peres é jornalista e escritor, autor de Corumbiara – caso enterrado (Elefante)

João Quartim de Moraes é professor colaborador na Unicamp e pesquisador do CNPq centrado em história do pensamento político, instituições brasileiras, materialismo antigo e moderno, e marxismo. Autor de diversos livros e artigos, no Brasil e na Europa, é graduado em Ciências Jurídicas e Sociais e em Filosofia pela USP e licenciado em Filosofia pela mesma instituição. Tem doutorado (Doctorat D’État en Science Politique) na Fondation Nationale de Science Politique da Academia de Paris (França).

José Arthur Giannotti é professor emérito da USP. Doutor em Filosofia pela USP e pós-doutorado pela Universite de Paris XI (Paris-Sud), U.P. XI (França), tem especialização em Filosofia pela Columbia University, CUNYC (EUA) e pela Yale University, Y.U. (EUA).

Juliano Medeiros é presidente da Fundação Lauro Campos, doutorando em ciência política pela Universidade de Brasília e autor de Um mundo a ganhar e outros ensaios (Multifoco, 2012) e co-organizador de Um partido necessário: 10 anos do PSOL (Fundação Lauro Campos, 2016). Lança, durante o III Salão do Livro Político, a coletânea de ensaios Cinco mil dias: O Brasil na era do lulismo (Boitempo), co-organizada com Gilberto Maringoni.

Leda Maria Paulani é professora da USP (FEA), doutorado em em Teoria Econômica pelo Instituto de Pesquisas Econômicas da universidade.

Lidiane Soares Rodrigues é professora Adjunta UFSCar. Pós-doutora em Sociologia pela USP, com com estágio na École des Hautes Études en Sciences Sociales (EHESS/Paris), é também doutora em História pela USP.

Lívia Cristina de Aguiar Cotrim é doutora em Ciências Sociais pela PUC-SP e mestre em Ciência Política pela Unicamp. É professora do Centro Universitário Fundação Santo André.

Ludmilla Costhek Abílio, autora do livro Sem maquiagem: o trabalho de um milhão de revendedoras de cosméticos (Boitempo, 2014), é doutora em Ciencias Sociais pela UNICAMP. Possui graduação em Ciencias Sociais pela Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas da USP (2001) e mestrado em Sociologia pela Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas da USP (2005). Tem experiência na área de Sociologia, com ênfase em Sociologia Urbana e Sociologia do Trabalho, atuando principalmente nos seguintes temas: atuais relações entre exploração do trabalho, financeirização e acumulação capitalista; estudos do desenvolvimento, relações entre trabalho e consumo. Atualmente é Professora da PUC-Campinas e faz seu Pós-doutorado (FEA-USP) sobre a constituição da chamada nova classe média brasileira.

Luiz Armando Bagolin é pesquisador do IEB (Instituto de Estudos Brasileiros) da USP e ex-diretor da Biblioteca Mario de Andrade.

Luiz Bernardo Pericás é graduado em História pela George Washington University, doutor em História Econômica pela USP e pós-doutor em Ciência Política pela FLACSO (México). Professor de história da USP, foi visiting Scholar na Universidade do Texas. É autor, entre outras obras, de Os Cangaceiros – Ensaio de interpretação histórica (Boitempo) e de Cansaço, a longa estação (Boitempo), Che Guevara: a luta revolucionária na Bolívia (Xamã) e Um andarilho das Américas (Elevação).

Mara Esteves é educadora e mediadora de leituras. Milita no movimento das bibliotecas comunitárias da cidade de São Paulo.

Marcelo Dias Carcanholo tem mestrado em Economia pela UFF e doutorado em Economia pela UFRJ. É professor associado da Faculdade de Economia da UFF e membro do Núcleo Interdisciplinar de Estudos e Pesquisas em Marx e Marxismo (NIEP-UFF).

Marcio Pochmann é professor do Instituto de Economia da Unicamp. Seu livro Nova classe média?, publicado pela Boitempo em 2012 foi finalista do prêmio Jabuti 2013. No período de 2001 a 2004, em São Paulo, Pochmann dirigiu a Secretaria Municipal do Desenvolvimento, Trabalho e Solidariedade durante o governo da prefeita Marta Suplicy. Foi presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) entre 2007 e 2011. Nas eleições 2012, Marcio Pochmann foi o candidato do PT à Prefeitura de Campinas. Seu livro mais recente é O mito da grande classe média, publicado pela Boitempo em 2014.

Maria Amélia de Almeida Teles é um dos mais importantes nomes do feminismo no Brasil e uma das lideranças da União das Mulheres. Militante do PCdoB no início dos anos 1970, foi presa e torturada no DOI-Codi, sob o comando do coronel Brilhante Ustra. Lança o livro Breve história do feminismo no Brasil e outros ensaios (Alameda) no evento.

Maria Cecília Oliveira Gomes é advogada especializada nas áreas de Direito Digital e Propriedade Intelectual, pós-graduanda em Propriedade Intelectual e Novos Negócios pela FGV, Membro da Comissão de Direito Digital e Compliance da OAB/SP, com especializações nas áreas de Direito Internacional do Comércio e Direito Societário pela FGV.

Maria Lúcia Silva Barro é coordenadora do Núcleo de Estudos Pós-graduados em Serviço Social da PUC-SP e autora de Ética e serviço social: fundamentos ontológicos (Cortez).

Martín Hernández, argentino nascido em El Chaco em 1948, milita na corrente morenista desde 1968. Foi parte da direção do PST da Argentina, da CS (Convergência Socialista) do Brasil e da Fração Bolchevique da IV Internacional. É autor do livro O veredito da História. Atualmente integra a direção da LIT-QI (Liga Internacional dos Trabalhadores – Quarta Internacional) e é editor de sua revista teórica, Marxismo Vivo.

Michael Heinrich é cientista político e matemático. Foi professor convidado de ciência política na Universidade de Viena e na Universidade Livre de Berlim. Atualmente é professor de economia na Universidade de Ciências Aplicadas de Berlim. Editor da PROKLA (Jornal da ciência social crítica) e do site Oekonomiekritik, participa do projeto MEGA 2, um monumental esforço internacional visando à publicação das obras completas de Marx e Engels. É autor, entre outros, de Crítica da economia política: uma introdução, Como ler O capital de Marx e Uma introdução aos três volumes d’O capital de Marx.

Osvaldo Coggiola estudou História e Economia na Universidade de Córdoba (Argentina) até ser dela expulso pelas autoridades universitárias do golpe militar de 1976. Foi preso político nas ditaduras militares de Onganía e Lanusse, e também do governo de Isabel Perón. Concluiu seus estudos nas disciplinas mencionadas (duas licenciaturas) na Universidade de Paris VIII, onde também fez o Mestrado em História. Doutorou-se em História Comparada das Sociedades Contemporâneas na École des Hautes Études en Sciences Sociales. Foi Professor Visitante na Stanford University (EUA), na Università degli Studi “La Sapienza” di Roma (Itália), na Universidad de La Paz (Bolívia), na Universidad de la República de Montevidéu (Uruguai), na Jadvapur University de Kolkata [Calcutá] na Índia, entre outras. Publicou 70 livros e centenas de artigos em revistas especializadas É professor da USP e chefe do Departamento de História da universidade.

Palmério Dória é jornalista e escritor, autor de vários livros, entre os quais O Príncipe da Pricataria – a história secreta de como o Brasil perdeu patrimônio e Fernando Henrique Cardoso ganhou sua reeleição (Geração).

Paloma Franca Amorim é formada em artes cênicas pela USP e integra coletivos culturais, como o grupo de teatro Coletiva Vulva da Vovó, a roda de samba de mulheres Sambadas e o grupo de mulheres amazônidas Vacas Profanas, sediado em Belém do Pará. É professora de teoria teatral e ilustradora, além de colaboradora da Ilustrada (Folha de S. Paulo). Está lançando seu primeiro livro de contos Eu Preferia Ter Perdido Um Olho (Alameda).

Pedro Esteves Alves Pinto Serrano é doutor em Direito do Estado pela PUC-SP e membro de Comissão Coordenadora da universidade.

Rafael Valim é advogado, professor da PUC e especialista em Direito Constitucional pela Universidad Castilla-La Mancha (Espanha).

Rafael Zanatta é mestre em direito pela Universidade de São Paulo e pesquisador do Internet Lab

Regina Gadelha é professora do Departamento de Economia da PUC-SP, com pós-graduação e mestrado em História Econômica pela USP, doutorado em Ciência Humanas pela USP e pós-doutorado nas Universidades Paris-XIII-Nanterre e Paris-III, Sorbonne Nouvelle-Paris, França. É vice-coordenadora do Programa de Estudos Pós-Graduados da PUC-SP.

Reginaldo Mattar Nasser é doutorado em Ciências Sociais pela PUC-SP e assistente-doutor da instituição.

Ricardo Queiroz é pesquisador e bibliotecário. Integrou o grupo de trabalho que organizou a elaboração do Plano Municipal do Livro, Leitura, Literatura e Biblioteca da cidade de São Paulo.

Roberto Schwarz, crítico literário, fez mestrado em literatura comparada na Universidade de Yale e doutorado na Universidade de Paris III, Sorbonne. Autor de dois livros clássicos sobre Machado de Assis – Ao vencedor as batatas (São Paulo, Duas Cidades, 1977) e Um mestre na periferia do capitalismo (São Paulo, Duas Cidades, 1990) – é considerado um dos principais continuadores da tradição crítica inaugurada por Antonio Candido.

Rodolfo Costa Machado é bacharel pela em Direito pela PUC-SP, foi aluno-visitante na Espanha da Facultad de Derecho de la Universidad de Salamanca. Graduando no bacharelado com licenciatura aberta em História pela USP.

Soraya Misleh é jornalista palestino-brasileira, mestre e doutoranda em Estudos Árabes pela USP. É diretora de comunicação do Instituto da Cultura Árabe (ICArabe), membro da Ciranda Internacional de Comunicação Compartilhada e da Frente em Defesa do Povo Palestino. Tem vários artigos publicados sobre Palestina e mundo árabe. É autora do livro Al Nakba – Um estudo sobre a catástrofe palestina, publicado pela Editora Sundermann.

Tercio Redondo é professor de literatura alemã na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo. É autor de Woyzeck: exploração social e forma dramática (Nankin) e tradutor de diversas obra, entre elas O homem é um grande faisão no mundo, de Herta Müller (Companhia das Letras), A novela no início do Renascimento: Itália e França , de Erich Auerbach (Cosac Naify) e Conversas de refugiados, de Bertolt Brecht (Editora 34, 2017).